Fla acerta base de indenização com família de uma vítima do incêndio

24/01/2018

Conversas foram retomadas após audiência de mediação e clube tem acordo encaminhado com três famílias. Valores e nomes são mantidos em sigilo por privacidade e segurança.

LANCE!
01/03/2019
18:45
Rio de Janeiro (RJ)

A direção do Flamengo acertou as bases da indenização a ser paga pelo clube a uma das famílias das vítimas do incêndio que atingiu o CT George Helal, o Ninho do Urubu, no dia 8 de fevereiro. Desde a audiência de mediação no Tribunal de Justiça não ter o desfecho esperado pelas partes, o clube da Gávea está em tratativas individuais e tem, neste momento, acertos encaminhados com outras três famílias. 10 atletas das divisões de base morreram no incêndio.

A informação foi inicialmente publicada pelo portal "Globoesporte".

Por questões de privacidade e segurança das famílias, o Flamengo mantém os valores em sigilo, até por tratar-se de um processo que corre na Justiça em segredo. Direção e defesa do clube afirmam que o valor não condiz com o exposto pela procuradora do Ministério Público do Trabalho, Danielle Cramer.

Apesar do processo de mediação junto ao Tribunal de Justiça ter sido encerrado pelas famílias após a primeira audiência, há uma semana atrás, o Flamengo mantém o desejo - e expectativa - de resolver as questões com as famílias sem a necessidade de judicializar o caso e de "forma justa e mais rápida possível".

Em 20 de fevereiro, após o desacordo entre Flamengo e Ministério Público e Defensoria Pública, Danielle Cramer afirmou que a oferta do Fla girou em torno de R$ 300 a R$ 400 mil por família e um salário mínimo por 10 anos. Por outro lado, o MP, o Ministério Público do Trabalho e a Defensoria Pública pediram indenizações no valor de R$ 2 milhões e salários de R$ 10 mil até os 45 anos.

WhatsApp para de funcionar em alguns celulares a partir do ano novo

28/12/2017

Na próxima segunda, smartphones com o BlackBerry OS e o BlackBerry 10, além de todos os aparelhos que rodam o Windows Phone 8.0 deixarão de suportar o aplicativo

Donos de smartphones antigos terão uma preocupação a mais na virada do ano: eles deixarão de receber suporte oficial do WhatsApp. A partir de 1º de janeiro de 2018, o aplicativo de mensagens não terá mais atualizações para BlackBerry OS, BlackBerry 10 e Windows Phone 8.0.

Isso significa que não será mais possível criar novas contas ou verificar contas já existentes nesses dispositivos. Ou seja, se o usuário desisnstalar o aplicativo ou restaurar o aparelho para as configurações de fábrica, não poderá mais voltar ao app de mensagens.

Essa já é a segunda vez que o WhatsApp anuncia sua descontinuação em determinados sistemas. Em 2016, o aplicativo já não oferecia mais suporte para as versões de Android anteriores a 2.3.3, o Windows Phone 7, o iPhone 3GS/iOS 6 e o Nokia Symbian S60.

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De acordo com a equipe do aplicativo de mensagens, “estas plataformas não têm a capacidade necessária para suportar futuras funções ”. O conselho aos poucos usuários dos modelos afetados é “adquirir um telefone Android com um sistema operacional 4.0 ou superior, Windows Phone 8.1 ou superior, ou um iPhone com iOS 7 ou superior”, informou a empresa em seu site oficial.


Além disso, o mensageiro instantâneo também anunciou que versões do Android anteriores a 2.3.7 não terão mais suporte a partir de fevereiro de 2020.

Com esta decisão o WhatsApp fica livre para criar novas funcionalidades e fazer avançar ainda mais a sua oferta, sem estar preso a versões antigas e que obrigavam a que existisse uma fragmentação desnecessária dentro deste serviço.

Lei determina que rádios devem veicular 300 minutos

04/12/2017

Lei determina que rádios devem veicular 300 minutos de programas educacionais

Está determinado por lei que rádios e TVs são obrigadas a veicular 300 minutos de programas educacionais por semana. A decisão consta em portaria interministerial e prevê que, se houver descumprimento, a emissora pode receber multa de até R$90 mil.

A ABERT possui um convênio com o Ministério da Educação (MEC) que disponibiliza uma forma mais eficiente para veicular as inserções obrigatórias. Criado especialmente para associados, o Convênio MEC-ABERT utiliza horários específicos para alterar a sistemática de conteúdo educativo obrigatório e gratuito na programação das emissoras.
Para os autores da proposta, a aprovação da matéria foi uma vitória, pois amplia a divulgação de programas educativos nas emissoras de radiodifusão. “É uma forma de dar importância ao processo da comunicação e da formação, como uma forma de garantir esse espaço de conscientização ao cidadão brasileiro”.
Para mais informações, basta entrar em contato pelo e-mail juridico@abert.org.br ou ligar para 0800 940 2104.
Fonte: Tudo Rádio

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